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quinta-feira, abril 02, 2009
Mais do imbecil
A página do imbecil na wikipedia tem uma seção chamada "Educação e Trabalho". Como o imbecil nunca estudou nem trabalhou, a seção tem apenas 3 parágrafos. O último parágrafo, aliás, não fala de trabalho nem educação.
domingo, março 29, 2009
A ultima do imbecil
O último comentário do imbecil chegou até por aqui.
Como pode o presidente de um país ser tão sem-tato, tão sem-noção?
Pra quem acha que não foi nada de mais, imagina se fosse "o atraso do Brasil é por causa de todos os pretos de cabelo enrolado". Da até nojo escrever uma coisa dessas.
O imbecil devia estar procurando um buraco pra enfiar a cabeca.
Como pode o presidente de um país ser tão sem-tato, tão sem-noção?
Pra quem acha que não foi nada de mais, imagina se fosse "o atraso do Brasil é por causa de todos os pretos de cabelo enrolado". Da até nojo escrever uma coisa dessas.
O imbecil devia estar procurando um buraco pra enfiar a cabeca.
domingo, fevereiro 15, 2009
Bizarro
sábado, janeiro 31, 2009
Começou
Eu falei não tem muito tempo, e agora leio no coturno:
O Brasil está preparado para ter uma mulher presidente, um presidente negro, um presidente índio. O Brasil é uma sociedade democrática.O bom desse pessoal comunista é que eles são previsíveis até por mim, que não entendo xongas de política.
quarta-feira, dezembro 10, 2008
Depois de Obama, Dilma
Anotem aí: da mesma maneira que a campanha do Obama empurrou a bandeira de "primeiro presidente negro dos EUA", como se a cor do cara fizesse a menor diferença, vão empurrar a campanha da Dilma Roussef, a terrorista, como a primeira presidente mulher do Brasil.
O que me irrita é que tem gente que cai nessas arapucas.
O que me irrita é que tem gente que cai nessas arapucas.
domingo, setembro 14, 2008
Dever do cidadão
Ontem eu votei para prefeito, vereador e plebiscito em Sydney.Diferenças imediatas entre a experiência na Faculdade da Cidade e no Woolloomooloo Activity Club:
- A "boca de urna" parece ser permitida. Enfrentei um verdadeiro corredor de voluntários (?) distribuindo panfletos de como votar no candidato X.
- A eleição usa papel. A primeira vez que votei no Brasil já usei a urna eletrônica. Detalhe suspeito: marca-se a cédula a lápis.
- A urna é praticamente uma caixa de papelão, com uma fenda grande o bastante para remover alguns votos.
- Escolhi meu local de votação de uma lista com uma dúzia de endereços. Deu a impressão que eu poderia ir em todos os endereços e votar de novo.
terça-feira, setembro 02, 2008
Por que Brasileiros não protestam
Porque no fundo estão pensando: "vou ficar quieto que de repente sobra um pra mim".
Lula e os grampos
Lula e os grampos
sábado, julho 19, 2008
terça-feira, março 25, 2008
Ingenuidade pueril
Crianças não têm discernimento entre causa e correlação. Mais ou menos como o Lula. Lendo a última do sociólogo de várzea, conclui-se que o crime é causado por insuficiência na educação. É um bom exemplo de correlação e não causa.
Um exemplo mais singelo remete à minha infância. Algumas coisas, por mais banais e remotas que sejam, a gente não esquece. Quando morávamos no Setor Marista em Goiânia, na casa que dividíamos mamãe, titia e os primos, cheguei à conclusão que besouros nasciam na bosta.
Na frente da casa havia uma jardineira - enorme para dimensões infantis - separando a casa da calçada. Um belo dia, não pergunte por que, resolvi que ali era um ótimo lugar para fazer cocô.
Provavelmente eu não tinha muito o que fazer, tanto que no dia seguinte fui dar uma conferida na obra de arte e encontrei um besouro passeando pelo turrón.
Nada mais lógico na minha cabeça infantil: ontem não havia besouro; hoje há um besouro no cocô de ontem; logo, besouros nascem no cocô. Quod erat demonstrandum.
Vai tentar explicar, para mim ou para o Lula, que não é a mesma coisa. Impossível.
Um exemplo mais singelo remete à minha infância. Algumas coisas, por mais banais e remotas que sejam, a gente não esquece. Quando morávamos no Setor Marista em Goiânia, na casa que dividíamos mamãe, titia e os primos, cheguei à conclusão que besouros nasciam na bosta.
Na frente da casa havia uma jardineira - enorme para dimensões infantis - separando a casa da calçada. Um belo dia, não pergunte por que, resolvi que ali era um ótimo lugar para fazer cocô.
Provavelmente eu não tinha muito o que fazer, tanto que no dia seguinte fui dar uma conferida na obra de arte e encontrei um besouro passeando pelo turrón.Nada mais lógico na minha cabeça infantil: ontem não havia besouro; hoje há um besouro no cocô de ontem; logo, besouros nascem no cocô. Quod erat demonstrandum.
Vai tentar explicar, para mim ou para o Lula, que não é a mesma coisa. Impossível.
domingo, março 16, 2008
sábado, fevereiro 16, 2008
Ah, o american way
Update 8/Mar: o Zezo faz o favor de corrigir a abobrinha que eu soltei aí embaixo. Valeu, Zezo! (pra ficar registrado: a decepção com o Brasil é grande mas a intenção não era, e não é, esculhambar de graça).
Quem acompanha as notícias norte-americanas sobre privacidade e liberdade de expressão sabe que o governo está tentando passar uma lei que garante imunidade retroativa para as empresas de telecomunicação que fizeram grampos ilegais desde 2001 sob o comando de agências governamentais.
Em suma: os EUA querem o big brother, mandaram as telcos grampear um sem-número de gente e agora essas telcos estão tomando um pau na justiça nos processos em andamento. A EFF tem o babado em detalhes (em inglês).
Se o governo tentasse isso no Brasil você não teria como saber qual senador votou sim ou não para a emenda. Nos EUA você vê os votos na Internet. Imagina uma ferramenta dessas no Brasil? O Reinaldo Azevedo e o Diogo Mainardi iriam se esbaldar!
ThiagoPode não ser novidade para vocês mas eu acabo de descobrir que o voto no senado dos EUA é aberto. Não sei qual a desculpa que inventaram no Brasil para o voto ser secreto. Se eu votei no indivíduo eu tenho o direito de saber se ele/ela está fazendo valer a minha opinião no senado.
Estava lendo teu blog quando ví uma informação completamente errada. Achei estranho e pensei que fosse brincadeira. Mas quando terminei o texto ví que você dizia como se fosse verdade. Quis comentar e não consegui. Mas foi bom porque não desmereço o blog publicamente, já que minha inteção não é essa. É que escandalizei-me quando você diz que os votos, no Senado brasileiro, são secretos. Jamais foram. Nunca soube disso. Pelo contrário, no plenário tem um enorme painel onde aparecem os votos de cada senador, em cada votação. Além disso a Rádio e a TV Senado cobrem cada votação, tim tim por tim tim. E agora, com a internet, é só clicar. Estou aqui há 30 anos. Dos quais, pelo menos, uns 25 frequento o Senado, justamente para acompanhar as votações que dizem respeito à indústria, e sempre soube, ví e escutei, cada um dos votos dos senadores. Não sei onde tem essa historia de que o voto é secreto.
Se achar isso importante, retifique o texto lá do blog. Se não achar, deixe pra lá. Oiço tanta história e fantasia de Brasília quando vou ao Rio ou a Recife que já acostumei com essas loucuras. E tem o fato de quando a gente quer esculhambar com a gente, como é mania do brasileiro, não importa a verdade. E pode ter sido essa sua intenção.
Quem acompanha as notícias norte-americanas sobre privacidade e liberdade de expressão sabe que o governo está tentando passar uma lei que garante imunidade retroativa para as empresas de telecomunicação que fizeram grampos ilegais desde 2001 sob o comando de agências governamentais.
Em suma: os EUA querem o big brother, mandaram as telcos grampear um sem-número de gente e agora essas telcos estão tomando um pau na justiça nos processos em andamento. A EFF tem o babado em detalhes (em inglês).
Se o governo tentasse isso no Brasil você não teria como saber qual senador votou sim ou não para a emenda. Nos EUA você vê os votos na Internet. Imagina uma ferramenta dessas no Brasil? O Reinaldo Azevedo e o Diogo Mainardi iriam se esbaldar!
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
domingo, fevereiro 10, 2008
Cartão de débito/crédito
Quando comecei a ler o blog do Nassif eu não sabia da pinimba que ele tinha com a Veja. Descobri quando adicionei o Reinaldo Azevedo às minhas leituras. Gosto de ouvir opiniões diferentes, os dois lados da moeda, coisa e tal. Mas ultimamente o Nassif tá abusando: deu pra falar que cartão de débito é igual a cartão de crédito.Diz o Azevedo que isso é tática da imprensa petista para nivelar o caso do governo federal com o estado de SP: todo mundo faz. Eu sei lá o que o Nassif tá pensando mas o fato é que cartões de débito e crédito não são a mesma coisa.
Sim, o dinheiro sai do mesmo lugar (do seu bolso, ha ha). Sim, é possível estabelecer um limite para os gastos no cartão de crédito (mas parece que os cartões do PT não têm limite). Não, não é tapioca do mesmo saco.
A diferença é o planejamento. O dinheiro disponível para uso no cartão de débito foi orçado para determinados fins. O cartão de crédito não: "gasta aí e se alguém reclamar a gente explica". Tenha a santa paciência.
Em tempo: esse texto ajuda a entender a briga Nassif/Veja.
sábado, fevereiro 02, 2008
Ah! se eu soubesse...
Daquelas que você não sabe se ri ou chora. Olha o que o sujeito me escreve sobre uma entrevista do José Genoíno no Roda Viva, há 30 meses atrás (o negrito é meu):
Assisti a metade final e testemunhei um de nossos mais bravos quadros políticos ser alvo da hostilidade de representantes da grande imprensa nacional: Estado de São Paulo, Folha, Globo, entre outros.Na íntegra.
terça-feira, novembro 27, 2007
R$350 milhões pro Lula brincar de Roberto Marinho
Cada vez que eu lembro que não pago mais imposto no Brasil eu dou uma risadinha.
Veja a lista dos "fiscais" da TV Pública:
- Cláudio Lembo, ex-governador de são Paulo;
- Delfim Netto, ex-ministro e ex-deputado;
- José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, empresário;
- Rosa Magalhães, artista plástica e carnavalesca;
- Angela Gutierrez, empresária;
- Ima Vieira, museóloga;
- Isac Pinhata, professor indígena;
- José Martins, engenheiro e empresário;
- José Paulo Cavalcanti Filho, advogado e especialista em legislação de imprensa;
- Lúcia Braga, diretora da Rede Sarah de hospitais;
- Luiz Edson Fachin, professor da Universidade Federal do Paraná;
- Luiz Gonzaga Beluzzo, professor da Unicamp;
- Maria da Penha Maia, biofarmacêutica. É a cearense que inspirou a lei que aumenta as punições para agressões ás mulheres;
- MV BILL, cantor;
- Wanderley Guilherme dos Santos, filósofo.
Post completo no Reinaldo Azevedo.
Veja a lista dos "fiscais" da TV Pública:
- Cláudio Lembo, ex-governador de são Paulo;
- Delfim Netto, ex-ministro e ex-deputado;
- José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, empresário;
- Rosa Magalhães, artista plástica e carnavalesca;
- Angela Gutierrez, empresária;
- Ima Vieira, museóloga;
- Isac Pinhata, professor indígena;
- José Martins, engenheiro e empresário;
- José Paulo Cavalcanti Filho, advogado e especialista em legislação de imprensa;
- Lúcia Braga, diretora da Rede Sarah de hospitais;
- Luiz Edson Fachin, professor da Universidade Federal do Paraná;
- Luiz Gonzaga Beluzzo, professor da Unicamp;
- Maria da Penha Maia, biofarmacêutica. É a cearense que inspirou a lei que aumenta as punições para agressões ás mulheres;
- MV BILL, cantor;
- Wanderley Guilherme dos Santos, filósofo.
Post completo no Reinaldo Azevedo.
quinta-feira, outubro 25, 2007
sexta-feira, outubro 12, 2007
Breve, no ar...
... a Empresa Brasil de Comunicação ou TV Lula. Porque, realmente, uma TV com programação do governo era justamente o que estava faltando para o Brasil deslanchar (ou alguém aí acredita na autonomia da programação?)
Mas pela pechincha de R$350 milhões não dava mesmo pra deixar passar, Tanto que mereceu uma medida provisória.
Ontem um americano me perguntou qual era a carga tributária no Brasil. Deu vontade de chorar.
Mas pela pechincha de R$350 milhões não dava mesmo pra deixar passar, Tanto que mereceu uma medida provisória.
Ontem um americano me perguntou qual era a carga tributária no Brasil. Deu vontade de chorar.
quarta-feira, outubro 10, 2007
terça-feira, setembro 25, 2007
Lula no NYT
Deve ser erro de tradução:
Veja a reportagem na íntegra. Ou melhor: não veja.
“I don’t believe that there is any evidence that Mr. Dirceu committed the crime that he is being charged with,” the president said. “He will be judged.”Tudo bem ele defender o companheiro mas pegou pesado em declarar que não acredita que há evidências. Evidências há, oras. Não fossem as evidências pra que todo o circo?
Veja a reportagem na íntegra. Ou melhor: não veja.
quinta-feira, setembro 20, 2007
Para pensar
“A diferença entre um estado benfeitor e um estado totalitário é uma questão de tempo”.
Ayn Rand.
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